sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Cat Fight: Fernanda Câncio e Mariana Mortágua

Nunca fui de parar na estrada para ficar a olhar o acidente e a desgraça alheia. Mas confesso que ultimamente não resisto a ler artigos de opinião da Fernanda Câncio (jornalista, namorada de José Sócrates, que escreveu um artigo de várias páginas na revista Visão a jurar que não sabia de nada).

Depois de já lhe ter feito umas observações no caso do livro do José António Saraiva, não resisto a comentar outra crónica dela hoje sobre a Mariana Morgado, personagem que tem ideias que profundamente desprezo mas acho relativamente bonitinha - uma carinha laroca, vá, além de eloquente e atrevida, o que é de louvar.

Diz no final da crónica a Fernanda: "...Aliás, num livro publicado em 2013, o ex-dirigente do Instituto da Segurança Social Miguel Coelho identificou beneficiários dessas pensões que auferiam ao mesmo tempo reformas (provavelmente do estrangeiro) de mais de 4000 euros. Não existindo, ao contrário do que sucede com o CSI, qualquer controlo da necessidade dos que recebem pensões mínimas, não é impossível que entre eles haja quem detenha imóveis de mais de 500 mil euros. Das duas uma: ou Mariana Mortágua não sabe disso, e devia saber, ou sabe e está a fingir que não. Em qualquer dos casos não tem desculpa: é demasiado inteligente e capaz para estas figuras."

 O que me move é precisamente a parte que sublinhei acima. Toda a gente sabe somar dois mais dois, e a Fernanda também sabe, o problema é que só o faz tratando-se de outras pessoas. Esta frase, que a senhora Câncio aplica à Mariana, pode muito bem ser aplicada à Fernanda Câncio no seu caso com o ex primeiro ministro, quando desmentiu ter sabido ou sequer imaginar que a vida que ele levava era condizente com os rendimentos declarados e legais que receberia. Ela é jornalista!! Por isso, das duas uma: ou Fernanda Câncio não sabia daquilo, e devia saber, ou sabia e está a fingir que não. Em qualquer dos casos não tem desculpa. (Quanto à inteligência ou falta dela em ambas as moças, não tenho opinião totalmente formada sobre o assunto - mas se tivesse de apostar...)

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Luke Shaw e os pesadelos de Mourinho









De notar que o gajo a quem eu chamo "central", na realidade é o Pogba. O facto de ele ter de estar ali, naquela posição, explica muita coisa. Todos os 4 jogadores da linha mais defensiva estão mal posicionados (os outros 3 que não o Luke Shaw estão demasiado deslocados para a sua direita). Os jogadores são fracos. Será que o Mourinho ainda tem o tempo, a paciência e o engenho para os educar/treinar?

terça-feira, 20 de setembro de 2016

A Mariana Mortágua, seus camaradas e o capitalismo

A Mariana tem vários problemas. Visto que o exemplo vem de casa e o Mortágua pai foi um aclamado ladrão de banco, alegadamente, não vá o diabo tecê-las, acrescido ao diz-me com quem andas dir-te-ei que és, a formatação da cabeça da senhora não deixa de ser previsível. 

A própria Catarina Martins também veio falar: "Não estou a falar de investimento. Estou a falar de comprar casas. Comprar casa não é investimento. Investimento é quando se cria valor. Investimento é quando se criam postos de trabalho."

O problema destes anti capitalistas é que não entendem o sistema. Se o entendessem, saberiam que o capitalismo é bom porque realmente cria riqueza (a tal riqueza que Mariana e camaradas querem confiscar). Só que, para o ciclo ser completo, essa riqueza tem de ser reinvestida em forma de bens e serviços ou coisa que o valha, de forma a criar mais postos de trabalho, cuja produtividade vai criar mais valor para o investidor, que voltará a investir mais dinheiro (sim, na ansia de ganhar mais dinheiro - isso é o capitalismo). 

O que estraga o ciclo, é o dinheiro acumulado parado ou investido em...dinheiro (vide essa treta dos fundos e das bolhas). Por exemplo, se esse dinheiro for investido na compra de casas, óptimo! - vão ser criados postos de trabalho na construção de casas!. 

A grande questão dos governos, e o Bloco agora faz parte de um, é saber como captar esse investimento. Como criar condições para que haja vontade do capitalista investir o dinheiro que ganhou - essa terá de ser a arte do governante! Se o investidor sente que cada vez que investe o seu dinheiro não o vai rentabilizar - porque lho confiscam! através de impostos e taxas e taxinhas, ele prefere guardá-lo no banco ou metê-lo num fundo qualquer. E o medo que se criou nos investidores (sim, nos ricos) de que cada vez que investem terão de perder dinheiro à conta dos Blocos desta vida, faz com que prefiram ter o dinheiro estagnado num banco a arriscar ganhar mais dinheiro (há tanto dinheiro parado à espera de ser investido que os ricos não se importam de pagar - juros negativos nos bancos - para não perderem tanto). 

Talvez seja uma boa altura para a Mariana e seus camaradas seguirem o exemplo do pai, alegadamente.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

José António Saraiva e a Fernanda Câncio e o José Sócrates e o Livro Proibido

Contexto: O arquiteto José António Saraiva, que foi director do Expresso e mais recentemente do Sol, valeu-se das suas orelhas e escreveu um livro, não com as orelhas - presume-se que tenha sido com as mãos, sobre os assuntos de vida que deveria ser privada de alguns políticos, coisas que nunca ninguém vai poder provar verdade ou não, o que é realmente, digamos, chato para os visados.

Mas vai daí, sabendo disso, Fernanda Câncio, com a sua perspicácia,sempre preocupada com a moral e bons costumes, escreveu um texto de opinião em que diz a dada parte: "Chamaram-lhe o Livro Proibido". O epíteto indicia mais que ironia: se o autor, eventualmente incapaz, não sabe que o que escreveu e deu à estampa é criminoso e portanto proibido, a editora, decerto juridicamente acolitada, não pode ignorar. E se mesmo assim avançou foi porque, sopesando riscos e vantagens, achou que compensava."

Por falar em ironias: Fernanda Câncio é jornalista. Fernanda Câncio foi namorada do ex primeiro ministro José Sócrates. Fernanda Câncio escreveu na resvista Visão um texto sobre como ela, jornalista e namorada de José Sócrates, nunca mas nunca achou estranho a vida que ele levava e que decerto proporcionava à própria Fernanda. Assim poderia-se, com a mesma facilidade que a jornalista Fernanda Câncio escreveu, por no papel o seguinte:

"...O epíteto indicia mais que ironia: se o ex primeiro ministro, eventualmente incapaz, não sabe que o que fez e a vida que mostrou levar em desacordo com os seus rendimentos indicia crime e portanto proibido, a namorada, decerto profissionalmente acolitada, não pode ignorar. E se mesmo assim não denunciou foi porque, sopesando riscos e vantagens, achou que compensava."
Site Meter Site Meter