sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

G15 - Sporting já reagiu ao assunto dos empréstimos

O Sporting, por intermédio do Nuno Saraiva parece que reagiu em forma de ameaça, que até me parece justa, mas não esconde o desconforto que o rumo tomado por alguns clubes do G15 provocou:

Nuno Saraiva vincou ainda: «Estando nós curiosos sobre as propostas que terão para a arbitragem, e achando nós que a emancipação dos clubes deve acontecer desde que garantam a sua subsistência, emancipados daquilo que são os três grandes, então o Sporting entende que os clubes que venham a subscrever estas propostas devem caminhar sozinhos. Há a ponderação de não emprestarmos mais jogadores aos clubes que venham a subscrever estas propostas.» in abola.pt

Aplaudo a posição do G15 (no seguimento de notícias anteriores) e até a posição do Sporting. O ponto é o seguinte: se não há lugar no Sporting ou no Benfica ou no Porto para os jogadores, não os contratem! Se os formaram e viram que afinal têm jogadores mais capazes no plantel, deixem-nos ir à vida deles...há mais clubes em Portugal e que não têm de pagar por maus planeamentos e incompetência dos chamados grandes que se dão ao luxo de o fazer porque sugam tudo à sua volta pondo em causa a independência dos outros clubes.

ABola informa quem tem apresentado essas propostas e que tem faltado (espero que não por condicionalismos do "G3"): 
 
SC Braga, Tondela, Boavista, Belenenses SAD, Marítimo, Feirense, Rio Ave, Paços de Ferreira, Chaves, Estoril e Aves são os clubes que têm estado reunidos (com V. Setúbal, V. Guimarães, Portimonense e Moreirense ausentes).

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Trump - Israel e Palestina

Depois de anos de avanços e recuos, com o sucessivo adiamento desde 1995 de uma lei que previa a embaixada norte americana de Israel em Jerusalém, vem o Trump e deixa-se de falinhas mansas concretizando a decisão. O estilo de liderança e diplomacia (ou ausência dela) é imagem de marca do ruivo mas caramba...anos e anos a chover no molhado, no nem fode nem sai de cima não parecem ter trazido evolução nenhuma à resolução do problema. É usual dizer-se que uma não decisão é pior do que uma má decisão. A ver vamos. Para já tem o mérito de a ter tomado. Vamos pra frente que pra trás mija a burra.
 

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

os clubes mais pobres - G15

"Além da greve dos árbitros, outros temas estiveram em cima da mesa nesta reunião do G15: a criação de uma entidade autónoma para gerir a arbitragem; a vontade de centralizar os direitos televisivos na Liga para que as receitas sejam distribuídas de forma mais equitativa; a proibição de empréstimos entre clubes do mesmo escalão; entre outros assuntos que serão debatidos em nova reunião marcada para dia 29." in Abola

Continua-se a insistir na questão dos empréstimos de jogadores que de facto condicionam muito as pequenas equipas. O problema, é que a limitação do número de empréstimos como acontece hoje ou a proibição como está a ser equacionado para o futuro é perfeitamente contornável: é fácil fingir uma cedencia por um custo inferior por troca de uma percentagem de passe ou qualquer coisa que o valha. A questão essencial aqui para diminuir o condicionamento dos clubes mais pobres, seria a limitação do número de jogadores inscritos por clube. Clubes com 40, 50, 60 jogadores nos seus quadros é perfeitamente normal nos três grandes mas é absolutamente ridículo que possa acontecer.

É claro que depois existe o caso das equipas B, que também precisam de jogadores e fazem com que os clubes tenham "necessidade" em ter mais inscritos - acabe-se com as equipas B. Se o jogador não consegue entrar na equipa principal do clube que rescinda, que vá fazer o seu percurso noutro clube em que tenha o seu espaço. Não tem de ficar ligado ao clube grande! Isto permitiria os clubes mais pobres terem acesso e poderem ter nos seus quadros jogadores melhores sem ter de ficar a dever ao clube grande. 

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

o campeonato português

Aqui há tempos o Manuel Machado queixava-se que em Portugal haviam os 3 grandes e o resto era carne para canhão. Há uns meses atrás diz que na conferência de imprensa de antevisão num jogo do Rio Ave para a Taça da Liga apareceu só um jornalista. Agora parece que aconteceu o mesmo ao Desportivo das Aves para um jogo do campeonato. 

Ora bem, o campeonato nacional da primeira divisão tem 18 clubes. E é suposto haver público/consumidores para todos eles? Não! 

Há uns anos o Alberto João Jardim tentou unir todos os clubes da Madeira - será que não tinha sido uma boa ideia? Será que uma Madeira unida não faria frente aos 3 grandes? A região do Porto tem neste momento 5 clubes na Liga NOS, para além do FCP tem Rio Ave, Aves, Paços e Boavista. A divisão de elite do futebol português ainda hoje está a competir a nível de bairro, em vez de competir a nível regional. Num campeonato com 10/12 equipas a 4 ou 3 voltas, cada jogo seria muito mais importante e impactante na classificação final. Será que um jogo entre os tipos de Viseu contra os tipos da Madeira não era mais atrativo do que um jogo entre o Nacional e o Tondela?

Enquanto não reformarem os quadros competitivos a nível nacional e isto estiver entregue ao maior ou menor poder de cada Associação episódios como aqueles vão ser repetidos. Assim como populismos de aumento de equipas na primeira divisão só para ganhar votos na eleição para a Liga.

Proporcionem-nos um jogo entre o Algarve e Braga. Entre Aveiro e Setúbal. Entre Castelo Branco e Vila Real. Deixem a Madeira ir à Champions. Portugal não é só Lisboa e Porto pá.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

por um novo Benfica


Em Inglaterra já todas as grandes equipas experimentaram jogar assim. Vá Rui, dá aos homens alguma coisa nova para aprenderem. 


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

A Vitória do Rui

Estão a ver aquele ditado do "é preciso que algo mude para que tudo fique na mesma"? Pode parecer um conceito estranho mas por vezes é preciso que algo mude para que as coisas mudem!! Rui Vitória está disparatadamente agarrado a um conservadorismo bacoco que o torna avesso à mudança, repetindo a mesma fórmula esperando resultados diferentes. A grande vitória do treinador do Benfica foi ter, na primeira época à frente do clube, tido a "coragem" (e "coragem" aqui fica entre aspas porque a palavra correcta seria competência) de fazer entrar na equipa, num posto nevrálgico do campo o miúdo Renato Sanches e encostar o Pizzi à direita fazendo a equipa jogar de uma forma dominadora, potente, agressiva e eficaz. Mudou e com isso ganhou! Esta época, está a tentar ganhar com a fórmula do ano passado mesmo tendo perdido 2 ou 3 dos melhores jogadores. Aqui que ninguém nos ouve: muda a estratégia porra! muda a táctica! muda algum jogador! A gente espera um golpe de génio, caramba! Uma carta na manga ao estilo do que fez na primeira época de Rui Vitória no Benfica. Se já teve de mudar antes e mudou e ganhou é capaz de mudar outra vez e voltar a ganhar! Mais vale tarde do que ainda mais tarde! Ainda vamos a tempo!
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