segunda-feira, 18 de julho de 2016

Evolução dos títulos dos 3 grandes


O gráfica acima apresenta a evolução do número de títulos ganhos pelos 3 grandes nas provas oficiais de futebol nacionais e internacionais. Por curiosidade, os traços verticais marcam o ano em que cada actual presidente entrou em funções.  

A entrada de Pinto da Costa mudou muito o panorama, numa primeira fase a "roubar" os títulos ao Sporting - nota-se que a evolução do número de títulos do Benfica não abrandou inicialmente - e depois acabou por "roubar" também os títulos ao Benfica, até ter acabado mesmo por superar o Benfica em títulos conquistados até...à entrada em funções do novo presidente do Sporting, que "coincide" com a ausência de conquista de títulos por parte do Porto. O início dos mandatos de Luís Filipe Vieira também fica explícito na evolução de títulos do Benfica. 

No gráfico abaixo, pode-se ver a mesma evolução de cumulo de troféus, mas sem contar com títulos de um só jogo, vulgo supertaças. É notório o decréscimo de pecúlio por parte do Porto se não existissem esse tipo de troféus.


quarta-feira, 13 de julho de 2016

Euro 2016 - Portugal - a desilusão e o melhor jogador, ou não

Confesso que durante a época não acompanhei os jogos do Sporting nem de outras equipas que não fossem o Benfica. Por sorte, ou azar, se olhar-mos aos resultados, o Benfica defrontou o Sporting umas 4 vezes na época passada e deu para notar que se destacavam alguns jogadores, entre os quais João Mário. Quando a época estava a acabar, houve uma grande preocupação em fazer crer que o Renato Sanches afinal era um jogador medíocre, ao invés de João Mário, que foi feito crer ser o melhor jogador do campeonato. Certo dia perguntaram a John Lennon se Ringo Star seria o melhor baterista do mundo, ao que John Lennon respondeu que Ringo Star não era o melhor baterista dos Beatles. E digo isto porque Brian Ruiz foi dos jogadores que notei se destacarem, o melhor, mas lá está, a amostra de jogos observados foi muito pequena. Então fiquei com grande expectativa para ver como João Mário se iria sair no meio campo da selecção, já que lá chegou com um estatuto bem melhor que Renato Sanches e tão apetecível que os milhões do Bayern não chegariam para o tirar do Sporting. E o que vi, em relação ao esperado, foi um jogador maricas, que não assume o jogo, que se liberta da bola à primeira oportunidade, que não progride, que não se mostra. Julgo que foi logo no primeiro jogo, que o Fernando Santos o chamou à linha e lhe disse para jogar mais próximo de Danilo - e ele foi colocar-se ao lado dele, a fazer o que o Danilo estava a fazer - receber dos centrais e jogar para o lateral. Ora bem, não é isso que se pede de um jogador tão extraordinário. tem de receber do Danilo e progredir com a bola, tem de oferecer soluções que o Danilo não oferece. Então elejo o João Mário como a desilusão portuguesa. Não por ser pior que os outros, mas por esperar bem mais dele, daquele que foi dito ser o melhor jogador do campeonato num campeonato que tem Jonas e Bryan Ruiz pelo menos.

Também não acompanhei o campeonato turco nem os jogos da taça Uefa, mas o Nani já é um jogador com muita história e bem conhecido. Nunca fui fã do jogo dele, mas reconheço-lhe qualidade. E para mim ele foi o melhor jogador do Europeu. Foi jogar para avançado e soube estar onde era preciso estar, ajudou sempre os companheiros, mostrou-se, ajudou. Se a equipa nunca desmoronou na final foi graças a ele, e sacrificou-se bastante, andou a jogar no meio dos centrais a levar porrada mas manteve sempre a posição, não cedeu ao instinto de recuar para ter a bola. Jogou sempre a favor da equipa e jogou bem. E eu não esperava nada demais dele e surpreendeu-me muito pela positiva.

Uma vez no CSI Las Vegas o Grissom disse que quanto maiores são as expectativas maior é a frustração. João Mário pagou por isso, Nani beneficiou pelo contrário, e não só por isso, mas porque jogou muito bem.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Estatística - Euro 2016 e os outros em números


O quadro acima demonstra que o número de vencedores do Europeu de Futebol é relativamente baixo, mas sem um domínio absoluto por parte de um qualquer país. 3 vitórias para Espanha e Alemanha e 2 para os franceses e acaba o lote de países que repetiram a vitória.


O segundo quadro mostra o número de presenças dos países que chagaram às semi-finais. Aqui dá para perceber que a Alemanha tem uma maior tradição de chegada à fase final. Holanda e Rússia vêm a seguir e depois Itália, França e Portugal, que tem apresentado uma regularidade espantosa (nos últimos 5 Europeus só por uma vez, em 2008, não chegou às meias finais) e que chegou mais vezes a meias finais do que a Espanha. Espanha essa que nunca perdeu uma semi-final - sempre que lá chegou passou à final. Também é curioso a selecção da Inglaterra, pátria do futebol, apenas ter chegado a 3 meias finais (como a Dinamarca, Bélgica ou Hungria) e nunca ter passado para disputar uma final. A Grécia, na única vez que chegou às meias finais da prova, ganhou-a.

terça-feira, 24 de maio de 2016

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